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Justiça condena mais um de bando que usou uniforme da polícia para invadir residência

Caso agora tem três condenados; mais de R$ 30 mil foram roubados

A justiça de Marília aplicou uma pena elevada a mais um envolvido no assalto a uma casa no Parque Esmeralda, em maio do ano passado. O caso repercutiu na cidade porque os criminosos se passaram por policiais civis para entrar na residência de um empresário.

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As vítimas foram ameaçadas, forçadas a transferir mais de R$ 30 mil e tiveram joias e moeda estrangeira roubadas. Dois envolvidos já haviam sido condenados; o terceiro réu responde em processo separado.

A nova sentença, assinada nesta segunda-feira (1º) pela 3ª Vara Criminal de Marília, determinou que o morador do bairro Santa Antonieta, cumpra 22 anos e dois meses de prisão em regime fechado.

Além da condenação por roubo (artigo 157 do Código Penal), a pena foi aumentada em razão do concurso de agentes e do uso de arma de fogo.

Em junho deste ano, outros dois acusados foram sentenciados a 15 anos e seis meses de reclusão em outro processo.

Os três podem recorrer ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), mas todos tiveram negado o direito de apelar em liberdade.

crime

Na tarde de um sábado, por volta das 14h, quatro homens — os três condenados e um quarto ainda não identificado — chegaram à residência da avenida Maria Cecília Alves.

Disfarçados de policiais civis, eles abordaram o empresário, a esposa (médica) e a sogra, de 94 anos, sob a alegação de cumprir um mandado de busca e apreensão. Pouco depois, anunciaram o assalto e mantiveram as vítimas sob a mira de armas por cerca de duas horas.

Foram levados um anel de ouro com o símbolo do cedro do Líbano, R$ 3,5 mil em espécie, mil euros (cerca de R$ 6,3 mil convertidos), um iPhone e ainda houve a transferência forçada de R$ 30 mil via Pix.

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Durante a ação, o grupo danificou o sistema de segurança da casa e fugiu em um Toyota Corolla preto. O carro havia sido alugado e foi identificado por meio das câmeras de monitoramento. O celular da vítima foi destruído e abandonado em Bauru.

Três dias depois, um dos acusados foi preso. Os outros dois foram detidos no mês seguinte, após a decretação da prisão preventiva.

O processo deste último foi desmembrado, e ele acabou reconhecido em juízo pela transferência via Pix e pelo uso dos celulares.

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FONTE: MN

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