Levi Cavalcante, assassinado com tiro no peito pelo concunhado, é sepultado na cidade de Palmital

Levi Hilário Soares Cavalcante, ex-funcionário do posto de combustíveis da Coopermota, foi sepultado no início da tarde de segunda-feira (12) no Cemitério Municipal de Palmital

Levi Hilário Soares Cavalcante, ex-funcionário do posto de combustíveis da Coopermota, foi sepultado no início da tarde de segunda-feira (12/01) no Cemitério Municipal de Palmital. Ele foi assassinado com um tiro no peito desferido concunhado, o comerciante Alcindo Roder Júnior, o Tuca, que fugiu e é procurado pela polícia. O crime ocorreu na tarde de domingo (11) dentro de um bar no centro da cidade.

O velório de Levi começou às 7h30 de segunda-feira (12) na Funerária Aliança, onde familiares e amigos  prestaram as últimas homenagens a ele. O sepultamento ocorreu às 13 horas no Cemitério Municipal de Palmital.

Levi era casado com a professora Suzete Portilho, que morreu de câncer em 19 de junho de 2025, e deixa um filho Pedro, que é estudante universitário. Em maio do ano passado, conforme familiares, ele havia saído do emprego na Coopermota para cuidar da mulher no tratamento oncológico.


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Com personalidade alegre e cativante, Levi era figura ativa na comunidade católica de Palmital, sempre participando de celebrações e eventos promovidos pelas pastorais. Junto com a esposa, ele também atuava em atividades de defesa da causa animal na cidade. Sua morte trágica foi lamentada em diversas postagens em redes sociais.

O CRIME

A Polícia Militar de Palmital foi acionada no meio da tarde de domingo (11) para atender a uma ocorrência de homicídio acontecido no interior de um bar na esquina das ruas Dr. Geraldo Coelho e Francisco Severino da Costa, no centro de Palmital.

Com a chegada imediata de uma viatura da PM e da equipe do SAMU, foi constatado o óbito de Levy Cavalcante, de 53 anos, que morreu dentro do bar, baleado no peito. O tiro que levou a vítima a óbito teria sido disparado praticamente a queima roupa, por seu companheiro de mesa.

Segundo testemunhas que estavam no estabelecimento, o clima era de absoluta harmonia, com a presença de vários amigos nas mesas em conversas amistosas no bar. Em determinado momento, teria chegado Levy, que foi muito bem recebido e se sentou à mesa com um amigo, que logo depois deixou o estabelecimento.

As mesmas testemunhas contam que, com a saída do companheiro de mesa, Levi se sentou em outra cadeira, junto a seu concunhado Alcindo Roder Júnior, o Tuca, de 59 anos, iniciando uma conversa.

O dono do estabelecimento diz que sem motivo aparente, sem qualquer discussão, Tuca teria sacado um revólver e desferido um tiro contra Levi que, atingido no peito, caiu no meio do estabelecimento, onde foi a óbito. De imediato, Tuca deixou o bar em uma motocicleta.

A equipe do SAMU atestou o óbito de Levi e os policiais que atenderam à ocorrência isolaram a área e acionaram a Polícia Científica, que deverá fazer a perícia e liberar o corpo para análise de IML – Instituto Médico legal -, de Assis.

A Policia Civil foi acionada logo depois do homicídio e iniciou diligências para tentar localizar o autor do homicídio, mas sem sucesso. Na manhã de segunda-feira (12), conforme o delegado Marcelo de Souza, titular da Delegacia de Palmital, equipes de policiais continuavam as buscas ao acusado, mas até o fechamento desta edição, o suspeito permanecia foragido.

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