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Sisu 2026: inscrições começam com nova regra polêmica; passo a passo

Entre as novidades desta edição do Sisu está a possibilidade de o sistema considerar as notas das três últimas edições do Enem – 2025, 2024 e 2023crédito: MEC/Divulgação

Em 2026, o Sisu terá 274,8 mil vagas ofertadas em 7.388 cursos de 136 universidades de todo o país


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Após a divulgação das notas do Enem 2025, teve início na segunda-feira (19) as inscrições do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) 2026. Criado em 2009 pelo governo federal, o sistema utiliza a média do exame nacional como critério de seleção. A classificação dos participantes leva em conta o número de vagas disponíveis e as modalidades de concorrência de cada curso. 

Em 2026, o Sisu terá 274,8 mil vagas ofertadas em 7.388 cursos de 136 universidades de todo o país. Entre as novidades desta edição está a possibilidade de o sistema considerar as notas das três últimas edições do Enem -2025, 2024 e 2023. 


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No entanto, o Sisu não permitirá a combinação de notas de diferentes edições do Enem para compor a pontuação. Por exemplo, não será possível usar a pontuação obtida em matemática no Enem 2024, com a nota de ciências humanas de 2025 e a de linguagens de 2023. 

Em 2026, o Sisu terá 274,8 mil vagas ofertadas em 7.388 cursos de 136 universidades de todo o país. Entre as novidades desta edição está a possibilidade de o sistema considerar as notas das três últimas edições do Enem -2025, 2024 e 2023. 

No entanto, o Sisu não permitirá a combinação de notas de diferentes edições do Enem para compor a pontuação. Por exemplo, não será possível usar a pontuação obtida em matemática no Enem 2024, com a nota de ciências humanas de 2025 e a de linguagens de 2023. 

Um dos motivos é que o sistema de seleção não considera as notas de candidatos inscritos como “treineiros” – estudantes que realizaram o Enem antes de concluir o terceiro ano do ensino médio. Na prática, esses alunos terão apenas uma nota válida, enquanto participantes que fizeram o exame nas três últimas edições poderão concorrer com três desempenhos diferentes. 

Para Marcelo Pena, diretor de ensino do colégio Farias Brito, esse modelo tem vantagens e desvantagens. Segundo ele, há a percepção de um desequilíbrio. 

“Na minha concepção, existe um ‘fura a fila’. Há alunos muito bons que chegam ao terceiro ano e não podem utilizar a nota de treineiro, sem terem culpa disso, e acabam competindo com candidatos que podem escolher entre três resultados diferentes”, explica. 

O diretor de ensino ressalta que a lógica do MEC pode estar voltada a beneficiar quem tenta o acesso ao ensino superior há mais tempo. 

“Talvez a intenção seja permitir que o estudante que está há mais tempo tentando consiga entrar logo, o que faz algum sentido. Mas, para quem está chegando agora, pela primeira vez, há uma clara desvantagem em relação a quem pode utilizar notas de edições anteriores”, afirma.

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