
Ele caiu, respirou fundo, decidiu tentar de novo e conquistou o ouro. Ilia Malinin, conhecido como o “Deus dos saltos quádruplos”, mostrou que até os maiores campeões também tropeçam, mas o que faz a diferença é se levantar.
O patinador estadunidense estrelou um dos grandes momentos da Olimpíada de Inverno Milão-Cortina, esta semana.
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O astro do esporte realizou o icônico backflip após 50 anos proibido nas Olimpíadas de Inverno. No fim, sua magia no gelo garantiu a medalha de ouro para os Estados Unidos.
Fez história
O movimento backflip não era executado desde os Jogos de Innsbruck 1976, quando foi executado pelo patinador norte-americano Terry Kubicka.
Na época, ele fez história com o salto para trás, mas acabou terminando os Jogos sem medalha.
Depois disso, o backflip foi proibido das competições pela União Internacional de Patinação por ser considerado muito perigoso, principalmente para cabeça e pescoço.
Patinadora penalizada
Mesmo assim, o backflip foi executado pela francesa Surya Bonaly, em Nagano, 1998.
Ela foi penalizada, mas entrou para história por fazer do gesto proibido um símbolo.
Agora o salto mortal para trás foi repetido por Ilia Malinin
Como é o salto
A técnica do backflip é na verdade um salto mortal para trás, uma espécie de cambalhota.
Nas Olimpíadas de Inverno deste ano o salto não gera mais redução de pontos nem garante uma pontuação específica ao atleta.
Mas que levanta o público nas arquibancadas do ginásio, isso é indiscutível
Errou e se levantou
Mesmo após o erro, Ilia voltou ao gelo com coragem, executou os movimentos considerados quase impossíveis e liderou sua equipe até o ouro olímpico.
Uma história sobre acreditar em si, persistir quando tudo parece perdido, e transformar quedas em impulso para voar mais alto.
Porque às vezes, a maior vitória não é só a medalha… é não desistir.
Veja como foi a apresentação brilhante de Ilia Malinin nas Olimpíadas de Inverno 2026:
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Fonte: Só Notícia Boa











