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Polícia Civil faz operação contra ex-vereador em investigação sobre a Fapi de Ourinhos

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (30) uma operação para dar cumprimento a mandados de busca e apreensão na cidade de Ourinhos (SP).

A ação faz parte de uma investigação que apura suspeitas de peculato e lavagem de dinheiro envolvendo a arrecadação da 56ª Feira Agropecuária e Industrial (Fapi) de Ourinhos e os mandados foram cumpridos nos endereços do ex-vereador João Gonçalves (PP), afastado do cargo desde 12 de maio.

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Durante as investigações, foram apreendidos aparelhos celulares, que serão encaminhados para perícia técnica a fim de auxiliar na elucidação dos fatos.

A TV TEM entrou em contato com a defesa do ex-vereador, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Justiça afastou ex-vereador em maio

A Justiça determinou o afastamento do vereador João Vitor Gonçalves da Silva (PP), de Ourinhos (SP), do cargo. A decisão foi divulgada no dia 11 de maio.

O juiz da Vara Regional das Garantias de Bauru (SP) entendeu que há elementos concretos de autoria e materialidade dos crimes envolvendo o parlamentar. Na decisão, ele citou riscos à ordem pública e às investigações.

Além do afastamento do mandato, o vereador está proibido de assumir cargos de confiança ou em comissão na Prefeitura de Ourinhos.

De acordo com a Câmara Municipal de Ourinhos, João Vitor Gonçalves da Silva foi afastado e não exerce mais o mandato.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam sob sigilo judicial.

Bens apreendidos

A Polícia Civil apreendeu um carro e R$ 5 mil em dinheiro vivo que pertenciam ao vereador de Ourinhos (SP), no dia 23 de abril.

A ação cumpriu uma ordem judicial no âmbito de uma investigação por suspeita de lavagem de dinheiro e outros crimes, após a compra de bens de alto valor.

Em nota na época, o vereador afirmou que a investigação é baseada em denúncia anônima e disse que vai provar a inocência.

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Na época, João Vitor também se manifestou sobre a apreensão do veículo e criticou a medida. “Respeito a Polícia Civil, mas foi totalmente desnecessária a apreensão do meu veículo durante a sessão da Câmara. Não tenho nada a esconder, não tenho patrimônio substancial e por isso acredito que essa denúncia será arquivada”, afirmou ao g1.

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A Polícia Civil informou que as investigações continuam sob sigilo judicial. — Foto: Reprodução
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A Polícia Civil informou que as investigações continuam sob sigilo judicial. — Foto: Reprodução

Fonte Original: G1 Bauru e Marília

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