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Professor de escola estadual é afastado após ser acusado de assediar aluna de 13 anos no interior de SP

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Diretoria Regional de Ensino de Bauru (SP) — Foto: Reprodução
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Diretoria Regional de Ensino de Bauru (SP) — Foto: Reprodução

Um professor de uma escola estadual de Bauru (SP) foi afastado após ser acusado de assediar sexualmente uma estudante de 13 anos. A denúncia foi feita pela própria aluna à direção do colégio, que orientou a família a registrar o caso na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).

De acordo com o boletim de ocorrência, o caso aconteceu na terça-feira (22), enquanto a adolescente fazia uma prova. O docente se aproximou e fez perguntas constrangedoras sobre o sutiã que a jovem usava.

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Na sequência, ele pediu para que a aluna fizesse um pedido, afirmando que faria outro em troca. Sem compreender a intenção inicial e achando que se tratava de uma brincadeira, a menina respondeu.

Nesse momento, o professor voltou a assediá-la e pediu que ela mantivesse o episódio em segredo. A adolescente relatou o ocorrido à mãe e à coordenação da escola.

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Em nota, a direção da unidade informou que acolheu a estudante, inseriu o caso no programa Conviva-SP e deu suporte à família para o registro da ocorrência na DDM.

O docente permanece afastado das funções enquanto o caso é apurado pelas autoridades policiais e pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

Segundo a mãe, a diretora escolar orientou o registro do boletim de ocorrência na DDM e explicou que o homem não era professor direto da jovem, mas acompanhava uma estudante surda na instituição de ensino.

Ainda de acordo com o boletim, uma colega da adolescente também informou que já havia sido assediada pelo professor.

Em nota, a Unidade Regional de Ensino (URE) de Bauru informou que repudia qualquer forma de assédio, que o professor foi afastado de suas funções e que uma apuração preliminar foi aberta.

A instituição informou ainda que acolheu a estudante, iniciou o processo de escuta ativa junto com a responsável pela jovem e registrou o caso no Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP). A escola também informou que a estudante será acompanhada por um profissional do programa Psicólogos nas Escolas.

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Fonte Original: G1 Bauru e Marília

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