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Dono de pet shop é preso suspeito de vender agrotóxicos proibidos e 'chumbinho' em Bauru

O dono de um pet shop foi preso na tarde desta segunda-feira (6), suspeito de vender e armazenar agrotóxicos de forma irregular, em Bauru (SP).

A ação foi realizada pelo Setor de Investigações Gerais (SIG) da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Bauru após denúncias apontarem que o comércio, localizado na Vila Industrial, estaria vendendo produtos proibidos.

Com um mandado de busca autorizado pela Justiça, os policiais foram até o estabelecimento e encontraram, dentro do balcão da loja, sacos com uma substância granulada de cor marrom identificada como Regent, um inseticida e cupinicida à base de fipronil, com venda restrita a agropecuárias.

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Ainda durante a vistoria, os investigadores também localizaram uma garrafa plástica contendo substância semelhante a “chumbinho”. Segundo a polícia, além da garrafa, que estava com parte do conteúdo, também foi encontrado um pequeno pote do produto já preparado para venda.

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Dono de pet shop é preso suspeito de vender agrotóxicos proibidos e 'chumbinho' em Bauru — Foto: Polícia Civil/Divulgação
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Dono de pet shop é preso suspeito de vender agrotóxicos proibidos e 'chumbinho' em Bauru — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Ainda conforme a investigação, o dono do estabelecimento, um homem de 42 anos, usava uma casa em construção que fica em frente ao pet shop para guardar outras substâncias de venda restrita ou probida.

À polícia, o homem afirmou que vendia os produtos apenas para alguns clientes, como donos de chácaras. Ele também teria relatado que diluía o Regent em água para aplicar em cães durante o serviço de banho e tosa, com o objetivo de combater pulgas e carrapatos.

Ele teve a prisão em flagrante decretada com base na Lei de Agrotóxicos. A legislação prevê pena de 3 a 9 anos de prisão, além de multa, para quem comercializa ou armazena esses produtos sem autorização dos órgãos competentes.

Após o registro da ocorrência, o homem foi encaminhado para a Cadeia Pública de Avaí (SP), onde permanece à disposição da Justiça.

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O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Bauru — Foto: Gabriel Pelosi/TV TEM
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O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Bauru — Foto: Gabriel Pelosi/TV TEM


Fonte Original: G1 Bauru e Marília

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