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Homem morto pela PM em Marília após manter companheira refém tinha registro de CAC

O homem que foi baleado e morto por policiais militares após fazer a companheira refém em Marília (SP) tinha registro de CAC (Colecionador, Atirador e Caçador), segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP). O homem tinha 40 anos.

Durante as buscas na residência onde o crime aconteceu, os agentes apreenderam uma arma de fogo pertencente ao suspeito e diversas caixas de anabolizantes.

O caso foi registrado oficialmente na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Marília como morte decorrente de intervenção policial e lesão corporal no contexto de violência doméstica.

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O confronto

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Polícia Civil de Marília (SP) — Foto: Arquivo/TV TEM
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Polícia Civil de Marília (SP) — Foto: Arquivo/TV TEM

De acordo com a Polícia Militar, moradores ouviram barulhos vindos de uma residência e acionaram as equipes. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram o homem armado e iniciaram uma negociação para que ele libertasse a companheira, que era mantida em cárcere dentro da casa.

Ainda segundo a corporação, após algum tempo de negociação, o homem saiu da residência com uma arma. Ele ameaçou tirar a própria vida e a dos agentes, avançando em direção aos policiais.

Nesse momento, um dos PMs efetuou um disparo. O homem foi atingido, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A identidade do homem não havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem.

A mulher foi resgatada pela equipe. Segundo a delegada responsável pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Marília, ela está bem e não sofreu ferimentos.


Fonte Original: G1 Bauru e Marília